quinta-feira, 20 de junho de 2013

Onde estão os esportivos brasileiros?

Karina Simões 
Você se lembra do Rossin-Bertin Vorax? E doDoniRosset? Entre 2011 e 2012 esses dois superesportivos saíram dos sketches, ganharam forma e alguns fãs. Embora ambos ostentassem linhas agressivas e um belo coração sob o capô, destacavam-se por outro ponto em comum, sua nacionalidade. Tanto o Vorax quanto o DoniRosset são projetos genuinamente brasileiros. Cada um com suas peculiaridades, representaram um sopro de esperança de que uma montadora nacional, por mais que fosse de um nicho específico - no caso o de luxo - fosse adiante.
O Brasil é nada menos que o quinto maior mercado automotivo do mundo e até hoje não teve sequer uma montadora tupiniquim que obtivesse êxito. As diversas tentativas acabaram esbarrando em fatores como a falta de investimento, qualidade do acabamento dos veículos, design e, principalmente, o preço.
Após o burburinho gerado na apresentação dos superesportivos brasileiros, a situação foi ficando morna até esfriar. Hoje, nada mais se fala sobre eles, então o iG  foi atrás para saber se houve algum avanço nos projetos ou se eles caíram mesmo no esquecimento.
Vorax
O Vorax foi apresentado durante o Salão do Automóvel de São Paulo em 2010 com o pretensioso objetivo de concorrer com as principais fabricantes do mundo. Isso mesmo, do mundo! Na apresentação do supercarro, suas qualidades se resumiam a superlativos. O modelo foi desenhado por Fharys Rossin – ex-projetista da GM – que se associou a Natalino Bertin Junior, proprietário da importadora Platinuss – empresa que atualmente sumiu do mapa.
Os números divulgados por Bertin eram impressionantes. Segundo ele, em três anos 30 milhões de reais haviam sido investidos enquanto outros 35 milhões seriam necessários até seu lançamento – que ocorreria no primeiro semestre de 2012. O Vorax custaria cerca de R$ 700 mil – com essa quantia pode-se comprar um Porsche 911 Carrera e ainda embolsar quase R$ 100 mil de troco. Entramos em contato com Rossin em busca de algumas respostas. Qual o estágio do projeto, se a parceria com o grupo Bertin ainda existe e a previsão para que o Vorax chegasse às ruas eram algumas de nossas dúvidas. Rossin precisava da aprovação de seus sócios diretores no negócio antes de nos dar qualquer resposta. A aprovação nunca chegou e as respostas menos ainda. Sequer sabemos se os sócios nesta parceria continuam sendo os Bertin.
DoniRosset
Em maio de 2012, eis que surge mais um represente brasileiro no segmento de superesportivos. Desta vez o candidato era o DoniRosset, uma iniciativa do empresário William Denis Rosset em parceria com o estúdio de design também nacional AmoritzGT, de Fernando Morita. A primeira unidade, um presente de Rosset para seu pai Donino, ficou pronta após consumir mais de 35 mil horas de desenvolvimento, diziam seus criadores, e, no entanto, o próximo passo da fabricante seria conseguir investidores para tocar a produção do carro em escala comercial.
A produção em série seria limitada em 50 unidades em um primeiro momento e o plano ainda envolvia a construção de uma fábrica em alguma cidade serrana do Brasil com intuito de transformar a linha de montagem em atração turística. Mesmo com o preço nas alturas - cada unidade custaria cerca de R$ 2 milhões - e com o projeto aparentemente parado um ano após a apresentação do carro, William Denis Rosset ainda não desistiu de seu sonho.
Em conversa com o iG, o empresário afirmou que o projeto está andando, a passos lentos, mas está. Segundo ele, o carro foi digitalizado e foi firmada uma parceria com uma empresa italiana – cujo nome não foi revelado – para desenvolver a parte estrutural do veículo. Terminada essa fase e com os moldes definitivos do DoniRosset em mãos, ele partirá para a próxima e mais difícil etapa do projeto, conseguir investidores para, finalmente, iniciar a produção do superesportivo. Alguém se candidata?
Histórico de fracassos
Diversos fatores contribuem para que o Brasil acumule tentativas de emplacar automóveis nacionais. A criação de uma montadora exige uma série de recursos e muito fôlego financeiro. Um fabricante 100% nacional, além de ter que enfrentar uma competição ferrenha com marcas já consagradas em nosso mercado como a GMVolkswagenFord e Fiat, ainda teriam que criar um produto que agradasse os brasileiros, tarefa nada fácil. Outro agravante é a falta de políticas de incentivo do Estado para que novas montadoras consigam se estabelecer no mercado. 
Em 1956, o primeiro carro era produzido no Brasil pelas Indústrias Romi S.A., com sede em Santa Bárbara dOeste, interior de São Paulo. No entanto, o carrinho batizado de Romi-Isetta levava apenas duas pessoas enquanto as famílias da época eram enormes. Já o Puma arrebentou com um moderno design nas carrocerias de fibra de vidro na década de 1960, mas não tinha capital para investir e salvar a empresa da bancarota. A Gurgel, mesmo com design de gosto duvidoso, chegou a produzir 30 mil veículos, mas não conseguiu fugir da falência. 
A marca brasileira de maior sucesso até então é a Troller, que tanto se destacou que acabou comprada pela Ford em 2007. Como dizem, brasileiro não desiste nunca e ainda estão no páreo aAgrale, de Caxias do Sul (RS), e a TAC, de Joinville (SC).
Fundada em 1965, a Agrale produz tratores, pequenos caminhões, plataformas para ônibus e um utilitário para uso militar, o Marruá. Já a TAC tem uma tímida produção de um único modelo, o jipe Stark. Ambas fabricantes conseguem se manter pois seus produtos pertencem a um nicho, que acaba por segmentar também seus clientes. Caso optassem por comercializar  modelos mais "populares", que concorressem direto com os grandões do setor, possívelmente acabariam fechando as portas. 
Curiosamente, a Sigma Sport Car, uma  pequena montadora de Santo André, no ABC paulista, conseguiu recentemente um feito inédito: exportar veículos para os Estados Unidos, segundo maior mercado automotivo mundial, atrás apenas da China. A empresa, fundada em 2006 pelos irmãos Luiz e Ricardo Rodrigues da Silva, fechou contrato para exportar pelo menos 375 unidades hot-rod Sigma, veículo produzido artesanalmente, que chega a custar até R$ 260 mil cada um.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

mecânicos enganam os cliente

muitos mecânicos  enganam os cliente  para fatura encima de problemas que muitas verses não
hesitem
e comum mecânico trocarei persas boas por antigas da para quer o você tenha volta  varias quer verses a ele lucra com um problema ele mesmo provocou  para você vai pagar por ele te sabotado seu carro.
para evita trasto nos  e preciso procura pessoas de confiança e procura de ati quiri conhecimento em
mecânica .

sexta-feira, 7 de junho de 2013




Mission Motorcycles desenvolve moto superesportiva elétrica

Mission Motorcycles, empresa norte-americana especializada em motos elétricas, apresentou nesta semana as edições limitadas chamadas de R e RS Sportbikes. Os modelos, 100% elétricos, têm desempenho esportivo e preços entre U$ 58.999 (cerca de R$ 125.000) e U$ 32.499 (R$ 69.000). As motocicletas, segundo a marca, serão vendidas a partir do segundo semestre de 2014.
Os modelos possuem baterias de 12 kWh, porém também são oferecidos pacotes opcionais de 15 kWh e 17 kW, que possibilitam rodar de 160 km a 225 km sem precisar parar para recarregar.

O painel das duas motos é uma tela sensível ao toque com internet wi-fi, câmera HD integrada, GPS e cronometro de corrida para marcar o tempo de cada volta em circuitos, entre outras funções.                                 

Novo Toyota Corolla

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Quem duvidava que a Toyota ousaria no novo Corolla certamente se surpreenderá. A fabricante japonesa revelou a 11ª geração do sedã médio em evento na Califórnia, EUA, nesta quinta-feira, 06. O modelo seguiu um caminho inverso ao do rival Civic, da Honda. Enquanto esse “encolheu”, o Corolla cresceu além de enfatizar pela primeira vez em sua história o lado esportivo.

A surpresa é que a versão norte-americana do carro está mais próxima do conceito Furia, mostrado em Detroit, que das imagens de outra versão que vazaram há alguns meses e serviram de base para a projeção do iG. Não é algo incomum nessas marcas que preferem dar um toque mais ao gosto do mercado local. O novo Corolla americano adotou um para-choque com uma imensa boca que o divide enquanto a versão ainda inédita optou por um estilo mais requintado.
Em comum, o Corolla agora ganhou 10 cm na distância entre-eixos e passa a oferecer 7,5 cm a mais de espaço para os ocupantes do banco traseiro. Ele também ficou 1,6 cm mais largo e 1 cm mais baixo que a geração anterior – a capacidade do porta-malas não foi divulgada.
Linhas chocantes
O visual do novo Corolla pode até não chocar se comparado ao de outros modelos como os coreanos e os franceses, mas para os padrões conservadores da Toyota é um passo imenso. Além, dos faróis que se unem à estreira grade, o modelo tem como principal marca a coluna C, atrás do banco traseiro, cuja porta forma uma espécie de seta na altura do vidro. As lanternas ficaram bem elegantes e invadem a tampa do porta-malas como no atual.
Nos Estados Unidos, serão vendidas três versões, L, LE e S, a esportiva. O Corolla L tem para-choque com abertura invertida se comparado aos demais. Nas imagens da galeria, os modelos verde e dourado são o LE, que deve ser o mais vendido. Já o vermelho e o azul são da versão S, que exibe um caráter esportivo um tanto modesto.
Transmissão CVTi-S
Ao menos no mercado norte-americano, o Corolla não muda muito em matéria de motorização. Ele continua a ser equipado com o motor 1.8 litro, mas que agora pode ter duas versões, uma com 132 cv e outra com 140 cv e o sistema Valvematic, que otimiza potência e consumo. O modelo também ganhou o sobrenome “Eco” porque é capaz de rodar 40 milhas por galão, algo como 17 km/l, um padrão de eficiência nos EUA.
A Toyota manteve a transmissão automática de quatro velocidades nas versões mais simples, mas agora oferece um inédito câmbio CVT, de marchas continuamente variáveis, que foi batizado na marca como “CVTi-S”. Segundo a marca, o câmbio é mais suave, econômico e configurável – na versão S possui um modo mais veloz de “trocas de marchas”. A versão L e esportiva também têm como opção uma transmissão manual de seis marchas.
Interior eletrônico
Outro aspecto do Corolla que evoluiu foi o interior. O painel de instrumentos, antes bucólico, agora ganhou mais recursos como partida por botão elétrico, alavanca com opção de trocas sequenciais, controle de tração e botão Eco. O ar-condicionado é digital, mas apenas de uma zona. O volante tem empunhadura mais ergonômica, porém, sem um desenho mais esportivo. Nas imagens de divulgação, a Toyota mostra apenas o interior do Corolla S, que é predominantemente na cor preta, pouco usual no modelo.
A Toyota revelou que fez uso de ligas mais leves e alumínio para reduzir o peso do carro que tem em torno de 1.300 kg. O modelo também ganhou faróis de LED, como é tendência mundial.
No Brasil em 2014
A fabricante não informou quando o novo Corolla começará a ser vendido nos Estados Unidos, porém, como já se refere a ele como “Corolla 2014” é de se imaginar que o modelo chegue às concessionárias do país em meados do segundo semestre.
Por aqui, o Corolla não deve demorar a aparecer. A expectativa é que a Toyota brasileira lance o modelo no início de 2014 já como modelo 2015. Como perdeu a liderança do segmento para o Civic recentemente, a Toyota não deve deixar barato com um produto com tantas novidades. Resta saber se o Corolla nacional seguirá o estilo americano, como ocorreu com as últimas gerações, ou se a montadora japonesa criará uma versão diferente para nosso público. O que é certo é que o novo Corolla brasileiro será mais sofisticado que esse das fotos. E bem mais ousado que o atual, sem dúvida

sábado, 1 de junho de 2013

carros e motos tunadas

Moto branca e preta tunada
Os veículos mais usados nos dias atuais são os carros e as motos, diferente de alguns anos atrás onde somente conseguiam comprar o seu carro ou a sua moto pessoas que tinham alto poder aquisitivo.
Moto tunada com pneu gigante
Mais nos dias atuais pessoas da classe media e baixa também conseguem comprar o seu carro e a sua moto, pelo sistema de consorcio  ou financiamento, basta estar trabalhando registrado e não ter o nome no SPC Serasa.
Mais uma das grandes novidades é tunar carros e motos, essa é a nova sensação no mundo atual, porem personalizar o seu carro o moto não é uma coisa muito barata, e também não é muito fácil encontrar um profissional capacitado para desempenhar essa função sem danificar o seu carro ou moto.
Carro laranja e rebaixado
Programas de TV nos estados Unidos, chegam a gastar 100 mil dólares para tunar carros e motos. Aqui no Brasil não fica tão caro assim, mas também tem um custo um pouco salgado.
Mas há quem gaste o que for preciso para deixar o carro personalizado com a sua cara e com muito estilo, é possivel fazer varias modificações em sua moto ou em seu carro, porem uma dica muito importante é sempre consultar as leis de transito para que posteriormente você não tenha o seu carro apreendido, como por exemplos os faróis de outra cor podem te fazer perder alguns pontinhos na carteira e levar uma multa, desse modo procure um profissional que faça as modificações, porem sem fugir das leis de transito, desse modo você irá poder usufruir das modificações sem futuros problemas.
BMW azul com rodas de destaque
Você pode mudar várias coisas no seu carro, confira a seguir as mudanças quais são as mais feitas: rebaixamento, mudança na cor, mudança de roda, incorporação de caixas de som gigantes, inserção de faróis neon, colagem de adesivos, etc.
Em motos, é muito comum também à mudança de cor, efeitos no guidão, troca de escapamento, troca de pneus e retrovisor.
Desse modo agora que você já sabe todas as modificações possíveis para se fazer no seu carro e na sua moto, desse modo procure um bom profissional em sua cidade e vá agora mesmo tunar o seu carro ou moto.
Carro tunado com iluminaçãoMoto BMW sem banco traseiro

"Estrela brilhante" chega como acessório no renovado Classe E


Lista de opcionais conta 140 itens entre estéticos, tecnologia e funcionais

por Raphael Panaro
MotorDream


Depois dos acessórios do CLA – que inclui até esmalte para as unhas –, a Mercedes-Benz mostrou os opcionais do renovado Classe E. Além dos 140 itens entre estéticos e tecnológicos, o destaque do sedã é um dispositivo já adotado por outros modelos da marca alemã: a "estrela iluminada". Trata-se de uma iluminação especial para a tradicional estrela – logotipo da fabricante – que adorna a grande frontal de seus veículos. O dispositivo mistura fibra ótica com a tecnologia de luzes de led e a "estrela iluminada" só fica acesa quando o carro estiver parado ou quando as portas ou a mala forem abertas. A estrela se apaga 15 segundos depois que a porta/mala for fechada. E para receber a "estrela brilhante" os carros obrigatoriamente têm que possuir o emblema cravado na grade dianteira.



Na parte digital, a Mercedes oferece o "InCar Hotspot". O sistema traz um roteador wireless que usa um SIM Card de dados para estabelecer conexão com a internet a qualquer momento, inclusive com o carro em movimento. O dispositivo ainda traz Wi-Fi que pode ser usada em laptops, tablets e telefones celulares. Uma tecnologia em comum com o CLA é o "Drive Kit Plus", que integra os smartphones da Apple - Iphone 4 e 4S - com Classe E. Os opcionais ainda incluem um "dock" para Ipad no parte de trás e um sistema de entretenimento com duas telas nos bancos traseiros com DVD, entrada USB e para cartão de memória, Bluetooth e fones de ouvido e controle remoto controlados por infra-vermelho. Outros acessórios incluem rodas de 19 polegadas e cinco raios com acabamento escurecido. Há também um pacote com suporte para bicicleta e rack no teto.

Recente facelift 

Em dezembro do ano passado o Classe E ganhou uma renovação. O veículo "perdeu" os tradicionais faróis duplos dianteiros e agora adota uma peça única, mas a lembrança continua com o conjunto de lâmpadas que "imita" as lanternas duplicadas. O para-choque e o capô também sofreram algumas mudanças de design. Debaixo do capô, a marca alemã oferece 11 versões distintas e introduziu um novo bloco quatro cilindros a gasolina 2.0 litros, que na versão E200 gera 184 cv e 30,6 kgfm de torque. Já no E250, ele desenvolve 211 cv e 35,7 kgfm. Destaque para o novo propulsor híbrido do E300 Bluetec Hybrid que alia um motor diesel 2.2 litros a outro elétrico para chegar a 231 cv, 76,5 kgfm de torque e consumo combinado de 24,4 km/l.

Já as versões mais potentes ostentam motores V6 e V8. O E300 tem o bloco V6 3.5 litros a gasolina e 253 cv. O E350 usa o mesmo propulsor mais com potência de 306 cv. A grande novidade é o E400 com motor V6 3.0 litros biturbo que desenvolve 333 cv. O E500 tem um poderoso V8 4.7 litros e 408 cv.